sábado, 23 de maio de 2015

Queria ter um diamante
Amigo irmão amante 
Tenho!
Apenas apego e afeto desconhecido.
E possibilidades estonteantes
Imaginei num conto
Toda vestida de branco
Sua voz sibilina
Renova toda rotina
Leva longe de mim
Desperto relembro
Que só sei melhor
Encontrar o mar que deságua em mim
Só e assim...
Indo fluindo...

quarta-feira, 29 de abril de 2015

O educador encontra no compartilhar de afetos o encanto da efetivação do processo cognitivo e sensível do educar. Para isso se faz necessário a escuta do outro, ouvindo o ego de suas palavras, e entender também que sua fala pode ser mutismo, e seu silêncio uma fala que abre espaço para a reflexão do educando.

Uma falar que se torna mutismo está vinculado ao não cuidar do educando, ao não valorizar os conhecimentos e leituras do educando o educador cai em um estado de fala sem eco, uma fala que na diz, não revela e nem mostra o educando como caminho de encontro.

Deixar abertas perguntas sem fechar nem defender um ponto de vista é desenvolver o cuidado e acolhimento com a palavra do educando, incentivando e desenvolvendo atividade de pensar, e repensando posturas estagnadas do educador. Nossa postura enquanto educador deve estar aberta ao momento e experiência cognitiva do educando em constante movimento, um devir que deve ser valorizado e impulsionado, pois essa é a possibilidade da reflexão, do desenvolvimento da aprendizagem investigativa e o sentido de pertencer a uma comunidade aberta a crítica e a renovação criativa sobre o mundo

domingo, 5 de outubro de 2014

salto o espaço-tempo
solto sem espaço de tempo
entego-me ao sonho
num tom
imaginário.
Sou vital ser sendo
imagem e reflexo
de si e do outro
movimento sorrateiro
piscar de olhos.
Contradição:
angústia de unidade
multiplicidade de fatos.

 Aurora

Acordou o sonho
esquecido
Diante a saudosa
flor
Bocas que se tocam
em força cósmica
na união solta
sorte
é ter você entre nós
adormecidos
enebriados de sensações
sãs.
Vida.
Um fio que conduz ao abismo.
Lanço-me.