quinta-feira, 11 de junho de 2015



Uma Programa em Educação para o Pensar onde um projeto filosófico e pedagógico colhe e acolhe desenvolvendo a humanidade ao educando tendo em vista a reflexão de si e do mundo,propõem-se enquanto atividade crítica e criativa de uma fazer e aprender a ser educador/educando.
Percebo com admiração o caminho percorrido, as trilhas abertas (ao ser e ao pensar) nas escolas facilitando a organização de uma comunidade investigativa tendo como guia a amizade e sabedoria que une e convida o aprender a conviver juntos, uma proposta ética estética e reflexivamente existencial.
Entendo que mediar o processo enquanto professor juntando experiências compartilhando saberes unindo pontes aos corações vem sendo desenvolvido ao longo de primaveras coloridas e radiosas, nos matérias filosóficos e pedagógicos produzidos pelo S.E.R que é um constante descobrir e aprender a mediar leituras de mundo, instigar a reflexão de si do outro e do mundo, encontrar desafios, superar questões desenvolver outras, abrir clareiras ao pensar.
Clareando e facilitando uma proposta em educação onde o educando vivencie situação específica descubra e desenvolva alternativas aos desafios, aprenda a lidar com os limites de forma crítica e criativa, acredito que uma proposta em educação para o Pensar encontra em aberto espaços ao pensamento territorializa outros já desenvolvidos, impulsiona espaços desterritorializado.
Mediar coerentemente enquanto papel pedagógico é pregar com o exemplo, estando disposto a abri e unir o dito ao vivido fazendo reverberar aos estudantes o coração unido na sabedoria e reflexiva atividade do pensar.
Possibilitar ao estudante uma conexão entre idéias e desejos, sentimentos e aprendizados, acolhimento e distanciamento, é redimensionar o pensamento, deixando a fluidez e abertura ao não pensado seja possibilidade mesma de uma proposta filosófica pedagógica.
O Olhar renovado ao mundo tendo a filosofia por meio desenvolvido na comunidade de investigação reflexiva diz e mostra um caminho do ensinar e aprender filosofia nas escolas potencia criadora e criativa, espelho translúcido do pensar e educar com sentido, sentimento e sensibilidade.
Perplexo encontro e admiro a contribuição do S.E.R enquanto espera, esperança efetivada no encontro com a possibilidade aberta ao tornar-se humano, construção constante de si do mundo e do outro, devir educacional.Programa projétil lançado pensado ao sentir, criar e ser, Educação.






sábado, 23 de maio de 2015

Queria ter um diamante
Amigo irmão amante 
Tenho!
Apenas apego e afeto desconhecido.
E possibilidades estonteantes
Imaginei num conto
Toda vestida de branco
Sua voz sibilina
Renova toda rotina
Leva longe de mim
Desperto relembro
Que só sei melhor
Encontrar o mar que deságua em mim
Só e assim...
Indo fluindo...

quarta-feira, 29 de abril de 2015

O educador encontra no compartilhar de afetos o encanto da efetivação do processo cognitivo e sensível do educar. Para isso se faz necessário a escuta do outro, ouvindo o ego de suas palavras, e entender também que sua fala pode ser mutismo, e seu silêncio uma fala que abre espaço para a reflexão do educando.

Uma falar que se torna mutismo está vinculado ao não cuidar do educando, ao não valorizar os conhecimentos e leituras do educando o educador cai em um estado de fala sem eco, uma fala que na diz, não revela e nem mostra o educando como caminho de encontro.

Deixar abertas perguntas sem fechar nem defender um ponto de vista é desenvolver o cuidado e acolhimento com a palavra do educando, incentivando e desenvolvendo atividade de pensar, e repensando posturas estagnadas do educador. Nossa postura enquanto educador deve estar aberta ao momento e experiência cognitiva do educando em constante movimento, um devir que deve ser valorizado e impulsionado, pois essa é a possibilidade da reflexão, do desenvolvimento da aprendizagem investigativa e o sentido de pertencer a uma comunidade aberta a crítica e a renovação criativa sobre o mundo